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Biografia de uma Anônima: Religião e Pecado

Biografia de uma Anônima

Monday, January 15, 2007

Religião e Pecado

Logo eu e minha mãe nos mudamos para o apartamento q ela havia comprado, q ficava num bairro q ainda estava sendo construído. Pela primeira vez, eu tinha um quarto só meu. O nosso prédio foi um dos primeiros a ser contruído, de forma q, quando nos mudamos para lá, não havia nada além de construções e muita poeira. Não havia comércio de nenhuma espécie e nem transporte público. Mas minha mãe amava aquele apartamento. Ela comprara ele sozinha, sem ajuda de homem algum, com seu próprio esforço. Ela se sentia vitoriosa naquela lugar e repetia para mim, todos os dias, q seríamos sempre só nós duas naquela varanda onde se via o nada e além do nada. Minha mãe afirmava q era feliz sendo solteira e q não precisava se casar. Se dedicou totalmente a mim e acho q ficou uns 12 anos consecultivos sem fazer sexo. Eu não poderia dizer o mesmo. Com 13 anos, meus hormônios ferviam e me subiam até a cabeça. E eu cedia prontamente a esses impulsos da minha libido, sem culpa e sem preocupações. Comecei a namorar um cara q morava no nosso prédio, q tinha 19 anos e se chamava Éros. Assim como o Carlos, ele era feio, mas acho q eu não me importava muito com isso. Ele era filho da pessoa mais católica q eu conheci na vida (mais ainda q minhas tias-avós de Minas Gerais). Ela atendia o telefone e, ao invés de dizer "Alô", ela dizia "A paz de Cristo". Eu nunca soube o q fazer quando ela atendia aos meus telefonemas desse jeito. Ficava entre dizer "amém" ou simplesmente ignorar e pedir para chamar o Éros. Geralmente era a segunda opção. Ele havia passado os três anos mais significativos da vida de alguém (dos 14 aos 17), num seminário, com o intuito de virar padre. Ele nunca tinha namorado com ninguém e, obviamente, era virgem. E, obviamente, era louco para me comer. Mas tinha toda uma ideologia cristã e acabava por me respeitar muito. Talvez me respeitasse mais do q eu merecia. Todas as noite nós nos trancávamos no quarto dele e ele fazia sexo oral em mim até dar a hora de eu voltar para casa. Nos domingos nós íamos para a igreja, onde eu cantava e ele tocava violão, mas o q eu realmente gostava era do pecado. Ele sabia q minha mãe era atéia e q eu só havia sido batizada pq ela queria um motivo para fazer um churrasco com os amigos (e se o padre q me batizou soubesse q minha mãe era solteira e q meu padrinho era viado, provavelmente não teria realizado o batismo). Nunca fiz catequese, primeira comunhão, crisma ou qquer dessas coisas q a igreja inventa. Já tinha comungado, mas sem saber o q estava fazendo . Certa feita, acompanhando meu avô à igreja, perguntei pq todos - inclusive ele - estavam se levantando e se dirigindo ao altar. Ele só falou para eu o acompanhar, então recebi a hóstia e a coloquei na boca. Quando a mastiguei meu avô fez cara feia e falou para eu não mastigar, afinal aquele era o corpo de Cristo! Me orientou também, quando voltamos ao banco em q estávamos sentados, de q eu "me ajoelhasse e ficasse bem quietinha". Sem saber, figi q estava rezando. Anos depois descobri q ele tinha feito exatamente a mesma coisa com a minha mãe. Meu avô era um cara muito sincrético. Eu e o Éros nunca fazíamos penetração, mas todas as noites ele me fazia gozar com a língua. Acho q, naquela época, fiquei viciada em sexo oral. Ele parecia se satisfazer daquela forma, embora tivesse aquela ânsia em me comer. Eu, por outro lado, desprezava o fato de ele ter um pau. Éros teve o primeiro computador com acesso à internet q eu tive contato. E o acesso às salas de bate-papo foram tomando o lugar do sexo oral, de forma q eu não tinha mais motivos para namorar com ele, então terminei o namoro. Mas fiz questão de nutrir a amizade, não sei se pq o bairro em q morávamos era muto tedioso ou se pq eu precisava continuar tendo contato com ele para ter acesso ao seu computador.

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