Brigas, sexo e decepção
Em agosto de 1998 eu tive uma enorme briga na rua. Arrumei uma confusão com Lorraine, uma menina mais velha da minha classe q era envolvida com gangues e com drogas. Ela e mais três amigas de gangue dela vieram me bater na saída da escola. Um cara q passava separou todas nós e me levou até em casa. Embora eu não fosse exatamente o q se poderia chamar de inocente, eu estava em desvantagem na história. Quando minha mãe soube do ocorrido, não permitiu q eu voltasse àquela escola e me matriculou novamente no meu antigo colégio. Voltei a conviver com o Paulo. E voltei a ter um ensino decente. Consegui recuperar a matéria perdida com pouco esforço e apoio dos professores, q gostavam muito de mim. Mas agora havia um empecilho e o nome dele era Gabriela. O Paulo só falava sobre a tal garota. Ela estava um ano na nossa frente, era linda, tinha seios enormes e perfeitos, era "metida a roqueirinha" como o Paulo, parecia ser tão inteligente e autêntica. Eu desenvolvi por ela um dos sentimentos mais estranhos já nutri por alguém na vida. Eu a odiava mas eu a idolatrava. Eu sentia uma enorme inveja, não só pq o Paulo ficara impressionado com sua pessoa, mas pq ela nunca passava o intervalo sozinha. As pessoas pareciam morrer por sua companhia e ela parecia estupidamente feliz. Eu tinha nojo. Eu queria SER ela. Eu queria engolí-la, me tornar tudo o q eu acreditava q ela era. E eu fiquei enormemente obsecada por ela. Uma tarde, quando eu e o Paulo estávamos sozinhos em seu apartamento, ele começou a insistir em fazer sexo comigo. Ele era lindo e eu gostava muito dele, mas não sentia vontade alguma de transar com ele. Mas tamanha era a insistência (ele era virgem também) q ele me venceu pelo cansaço. Eu não tinha a mínima idéia de como se colocava uma camisinha, mas ele parecia saber. Então ele me penetrou com um enorme cuidado. De acordo com as revistas femininas q eu lia, a primeira relação era bastante dolorosa. Mas eu não senti dor nenhuma, aliás, só senti tédio e vontade q aquilo acabasse logo para eu poder fazer qquer outra coisa. No meio da transa ele me perguntou se eu já tinha gozado. Eu nem sabia q mulher gozava!!! Aí eu respondi q já e mandei ele terminar logo, q gozou logo em seguida. Vesti minhas calças e fuipara casa procurar algo para fazer. Não pensei muito em sexo depois disso, talvez pela falta de glamour da experiência.

1 Comments:
"Eu a odiava mas eu a idolatrava."
Engraçado, eu sempre tenho a impressão de que as pessoas que vc mais odeia são as que no fundo vc queria ser (aliás, vc me admitiu isso uma vez sobre uma delas). Vc a odeia, ou odeia a si mesma por não ser aquele modelo que tanto busca?
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